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domingo, 4 de setembro de 2011

FESTIVAL DE CINEMA EM VENEZA


O tapete vermelho do Festival de Cinema de Veneza, na Itália, já se estendeu para a estrela Madonna. A Rainha do Pop desembarcou em Veneza nesta quarta-feira, 31, para participar da 68ª edição do tradicional Festival de Cinema de Veneza. Madonna chegou a Itália em um jatinho particular e depois pegou o chamado "táxi aquático" de Veneza. Madonna chegou vestindo calça preta, colete preto e uma blusinha xadrez. A loira bem que tentou fugir dos paparazzis de plantão, mas não conseguiu. Ela chegou sozinha, sem a companhia dos filhos ou do namorado, Brahim Zaibat. Madonna deve se hospedar em Cipriani de la Giudecca, onde já está o galã George Clooney. 
Madonna participa do Festival de Cinema de Veneza com o filme "W.E", seu segundo trabalho como diretora de cinema. O filme de Madonna não participa competindo do Festival de Veneza, apenas será exibido na Grande Sala do evento. O primeiro filme dirigido por Madonna foi "Sujos e Sábios". Será que com "W.E" a Rainha do Pop vai conseguir agradar os críticos de cinema da Itália? Vamos aguardar... 
madonna veneza festival de cinema itália (Foto: Divulgação)
O Festival de Cinema de Veneza, a chamada 'Mostra Internazionale d'Arte Cinematografica', é um festival anual realizado desde 1932, na Itália. O festival é realizado sempre no Palazzo del Cinema, em Veneza. O melhor filme do festival é premiado com o Leão de Ouro de Veneza, o chamado 'Leone d'Oro', em italiano. O júri também premia o Leão de Prata ao melhor diretor do Festival Internacional de Cinema de Veneza. 
Gwyneth Paltrow movimentou a manhã de sábado (3), onde apresentou o filme de ação CONTÁGIO, no qual interpreta BETH EMHOFF. Com um festido curto cor de laranja, foi a mais requisitada pelos fotógrafos que aguardavam os astros do elenco para sessão de cliques.
Gwyneth Paltrow roubou a cena em Veneza ao surgir com um vestido curto na exibição do filme 'Contágio'. Foto: Getty Images

Al Pacino foi homenageado no Festival de Veneza. Foto: Getty Images

Al Pacino chegou neste domingo (4) de barco para receber a premiação pelo conjunto de sua obra e foi ovacionado de pé por fãs emocionados.
Um dos atores mais respeitados do cinema contemporâneo, vencedor de um Oscar e com sete indicações na carreira, Al Pacino tornou-se merecedor do prêmio Jaeger-Le Coultre Glory to the Filmmaker 2011 Award, um prêmio concedido pelo festival de Veneza a um artista que deixou uma marca original no cinema contemporâneo.
"Esta noite vou receber um prêmio sobre o qual não conheço muito bem os detalhes", disse honestamente o ator.
Sobre o início da carreira, lembrou de quando se apaixonou por fazer filmes, "foi algo mágico para mim". No começo ele lembra que fez cinco, seis filmes que estão bem guardados e nunca serão exibidos - como suas pinturas.
Mas foi suficiente para que percebesse que amava o trabalho do diretor e serviu para tornar mais fácil para os produtores com os quais trabalhou depois. "Não sabia até então nada sobre as necessidades do diretor".
Isso o levou a realizar seu primeiro filme para o público, Ricardo III - Um Ensaio, em 1996. Um filme/documentário que mostra o processo de criação da peça de teatro Richard III e com o qual Pacino queria simplesmente conseguir que o público se relacionasse com Shakespeare.
Quinze anos depois veio a Veneza com Wilde Salomé, um projeto similar a Ricardo III- Um Ensaio, no qual mostra como foi construída a obra de Oscar Wilde, protagonizada por ele mesmo e por Jessica Chastain.
Neste caso, o que queria era mostrar o grande escritor que foi Wilde, um gênio "que foi afastado antes que ser compreendido". Honesto, mas conhecedor de seu encantamento, Pacino conquistou todos em Veneza com suas brincadeiras.
"Fiz coisas que eu gostaria de não ter feito, muitas coisas. Mas assim é como são as coisas e todos sabemos disso", afirmou o ator, de 71 anos, e com aproximadamente 50 títulos nas costas - incluído Perfume de Mulher, com o qual ganhou seu único Oscar em 1993.
Uma longa carreira que continuará porque, afirmou que "ainda há filmes que vêm a mim".
"Sempre digo que vou ser seletivo, mas não sou porque sempre quero fazer. Espero algum dia seguir a filosofia de fazer o que sinto que é adequado a mim".

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