JÓIAS, PESSOAS, FASHION, DICAS
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sábado, 28 de março de 2015
Van Cleef, a gente adora!!!
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terça-feira, 2 de dezembro de 2014
BOUCHERON, UMA BREVE HISTÓRIA DA MARCA
A Boucheron teve início em 1858 quando Frédéric Boucheron, um joalheiro de 28 anos, resolveu abrir sua primeira loja na Galerie de Valois, em Palais Royal no centro de Paris.
Quase uma década depois, ele conquistou sua primeira medalha de ouro na Exposição Internacional de Paris (Paris Universal Exhibition).
Era o joalheiro preferido de Napoleão Bonaparte e foi um dos primeiros a criar jóias inspiradas em flores e animais - a serpente é o símbolo da grife.
No início da Belle Époque, foi o primeiro joalheiro a abrir uma butique na Place Vendôme, o quadrilátero mais luxuoso de Paris.
Diz a lenda que optou por se instalar no n. 26, espaço mais ensolarado da praça: os diamantes brilhariam muito mais quando expostos.
Decorada requintadamente com veludos e cristais, logo atraiu grandes clientes como a Família Real Inglesa (A Rainha Elizabeth é uma colecionadora dos objetos da marca), o Czar Alexandre III e tradicionais famílias americanas como os Astors, Vanderbilts e Rockefellers, além das atrizes Sarah Bernhardt, Greta Garbo, Rita Hayworth, Marlene Dietrich, e dos escritores Oscar Wilde e Marcel Proust.

Antes do fim do século, aquele que viria a ser conhecido como "Joalheiro da Cidade Luz" abriu sua primeira loja em Moscou, na Rússia. Com a morte do pai, o filho Louis assumiu a administração da empresa e já no ano seguinte inaugurou uma outra loja em Londres e um escritório de vendas em Nova York.
Seus novos clientes eram marajás, celebridades e milionários.
Louis foi sucedido pelos filhos Fred e Gerard.
No fim do século passado a marca se expandiu pela Ásia e pelo Oriente.
Hoje a marca pertence ao grupo Gucci.
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
PARABÉNS ROSELI DUQUE!!
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domingo, 6 de julho de 2014
COLEÇÃO DE JÓIAS CINECITTA DE MARIO PANTALENA
Mario Pantalena, inspirado nas divas do cinema italiano, criou sua nova coleção de jóias, a Cinecitta. São peças únicas, confeccionadas em ouro branco, negro e vermelho, cravejadas de diamantes, esmeraldas e praziolitas.
MARIO PANTALENA
Quando menino, um dos programas preferidos do designer de jóias Mario Pantalena era acompanhar o pai nos leilões da Sotheby’s e da Christie’s, em Londres e Nova York.
Como DNA não é água, treinou o olhar e aprendeu a reconhecer o valor de uma obra de arte - seu avô, Francesco, fundou a Gioielli Pantalena, em 1939 quando veio da Itália para o Brasil.
Formado em arquitetura, sem fugir à tradição do pai e do avô, Mario se tornou renomado joalheiro, com um lado decorador e colecionador. Seu acervo pode ser visto em seu apartamento nos Jardins, em São Paulo, onde guarda grande parte do acervo da família e aqueles adquiridos ao longo de sua vida.

imagem: http://www.terra.com.br/istoegente/edicoes/531/artigo155894-1.htm
Como DNA não é água, treinou o olhar e aprendeu a reconhecer o valor de uma obra de arte - seu avô, Francesco, fundou a Gioielli Pantalena, em 1939 quando veio da Itália para o Brasil.
Formado em arquitetura, sem fugir à tradição do pai e do avô, Mario se tornou renomado joalheiro, com um lado decorador e colecionador. Seu acervo pode ser visto em seu apartamento nos Jardins, em São Paulo, onde guarda grande parte do acervo da família e aqueles adquiridos ao longo de sua vida.
imagem: http://www.terra.com.br/istoegente/edicoes/531/artigo155894-1.htm
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
terça-feira, 23 de outubro de 2012
INSPIRATION
terça-feira, 18 de setembro de 2012
WEN WEI TONG
Embalada pela cultura asiática e seu amor pela Cidade da Luz, para onde se mudou em 2001, Wen Wei Tong, criadora do Shaoo, escolheu a loja-conceito mais parisiense, Le Bon Marché , para expor e comercializar suas jóias em jade. Delicadamente esculpida como rendas, anéis de jade montados em ouro 18 quilates, em cores brancas e verdes, as peças são fantásticas e dão um toque de proteção
sábado, 9 de junho de 2012
TOM BINNS - REVEJA SEUS CONCEITOS... O QUE VOCÊ REALMENTE QUER???
Montagens inesperadas, combinam formas, referências e épocas de estilos distintos. O contraste é cada vez mais importante na redefinição de conceitos como beleza, estilo e luxo.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
JOALHERIAS DO MUNDO - AS DEZ MAIS
Pedras preciosas, design diferenciado, exclusividade e altíssima qualidade. Que mulher consegue resistir à sedução de uma jóia de luxo? Graças ao insaciável apetite feminino por peças raras e de altíssimo nível, algumas joalherias estão atravessando uma excelente fase de crescimento.
Mas afinal, qual será a joalheria de luxo mais conceituada na mente do consumidor? O Luxury Institute com sede em Nova Iorque, realizou uma pesquisa com mais de 500 consumidores de alta renda e pediu a eles que considerassem quatro aspectos em relação às marcas levantadas: qualidade superior, singularidade e exclusividade, prestígio e melhor serviço ao consumidor. Confira os resultados.
Pontuação: 8.14
Os entrevistados classificaram Harry Winston, de Nova Iorque, como a marca de maior prestígio, sendo também apontada como a “melhor para design de diamantes.” A marca pretende dobrar a quantidade de lojas no mundo todo. Os preços médios dos produtos variam de US$ 40 mil a US$ 50 mil.
2º Lugar - BUCCELLATI
Pontuação: 8.04 “A Buccellati não é uma marca onipresente e é por isso que mantém seu alto padrão”, disse Milton Pedraza, presidente do Luxury Institute. “Cada item da coleção é personalizado e os consumidores de luxo estão reconhecendo isso.” “É um nome muito confiável e de altíssima qualidade”, disse um consumidor. 3º Lugar - VAN CLEEF & ARPELS
A marca, que faz parte do portifólio da Richemont SA, está subindo no ranking como uma das casas de jóias de maior prestígio. Segundo um cliente, “esta marca é de alto-nível, com seu estilo atemporal e seu design de bom gosto.” A marca é também reconhecida por ser a preferida de algumas celebridades igualmente atemporais: Marlene Dietrich, Eva Perón, Reese Witherspoon e Maggie Gyllenhaal. Em novembro, a marca apresentou sua coleção de jóias de alto-nível, a Ballet Préieux, na Royal Opera House em Londres.
4º Lugar - GRAFF Pontuação: 8.01
“A procura pelo luxo realmente exclusivo pode levar a Graff a se tornar uma marca de US$ 1 bilhão,” publicou o WWD em outubro. “Nós vivemos em uma época sem precedentes”, disse Henri Barguirdjian, presidente e chefe executivo da Graff América. “Há mais dinheiro do que nunca circulando por aqui”, disse. O preço médio de uma jóia da Graff custa algo em torno de US$ 400 mil. A joalheria sediada em Londres está trabalhando para expandir sua presença mundialmente com novas lojas em Tóquio, Hong Kong e Genebra.
5o Lugar - TIFFANY
Pontuação: 7.97 “Tudo gira em torno de uma pequena caixa azul”, observou um entrevistado quando questionado sobre a Tiffany. “A marca é um clássico e você pode sempre contar com ela”, escreveu o WWD. A Tiffany está se expandido com a inauguração de lojas no Japão, Macau, Malasia, Hong Kong, Londres e Cidade do México. 6º Lugar - PIAGET Pontuação: 7.91
A suíca Piaget é mais conhecida pelos seus famosos relógios com diamantes do que pela coleção de jóias. Philippe Léopold-Metzger, presidente da Piaget, disse ao WWD: “Os relógios mais caros geralmente são vendidos para consumidores do Oriente Médio e da Rússia, mas hoje os europeus e os americanos também estão comprando relógios com diamantes.” A marca também tem outros produtos a oferecer para os consumidores além de relógios, como a coleção Hearts & Charms e a coleção Limeligh, que traz safiras rosas e roxas, e diamante. “A Piaget é o Rolls-Royce da joalheria”, disse um entrevistado.
7º Lugar - CARTIER Pontuação: 7.9
No ano passado a Cartier inaugurou sua primeira loja na África do Sul. Também de propriedade da Richemont, a joalheria francesa é sempre citada como uma das melhores marcas de luxo. “Minha experiência pessoal na Cartier é sempre muito boa”, disse um entrevistado.
8º Lugar - CHOPARD Pontuação: 7.89
Ela circula cada vez mais pelo tapete vermelho e observa sua receita crescer graças às vendas de jóias de altíssimo nível. Em novembro, a suíça Chopard inaugurou sua centésima loja na Madison Avenue, em Manhattan. “Esse aumento da riqueza global está nos beneficiando” disse Marc Hruschka, presidente e chefe-executivo da Chopard nos Estados Unidos. “A nossa demanda é formada por uma mistura entre os nossos clientes tradicionais e a uma nova classe de ricos que está crescendo nos Estados Unidos e no mundo. Nosso desafio é comunicar que não somos somente uma marca de relógios. As pessoas estão olhando para os diamantes como arte.” A marca é desfilada por estrelas de Hollywood, como Kate Winslet, Penélope Cruz, Hilary Swank e Charlize Theron.
9º Lugar - BULGARI Pontuação: 7.87
“Bulgari é única e extremamente elegante”, comentou um dos participantes do estudo. A empresa lançou oficialmente a bulgari.com, com mais de 800 produtos, incluindo relógios, jóias e produtos em couro. Os produtos vendidos pela internet têm preços que variam entre US$ 200 a US$ 38mil. A empresa tem também inaugurado novas lojas, incluindo duas em Tóquio, Boca Raton, St. Thomas, Vingin Islands e Costa Mesa. As vendas de jóias no quarto trimestre cresceram 14,3% para 148.3 milhões de euros, ou US$ 214.7 milhões.
10º Lugar - MIKIMOTO Pontuação: 7.69
Fundada em 1893 por Kokichi Mikimoto, a marca japonesa talvez seja a mais conhecida fabricante de pérolas cultivadas no mundo. “Se você gosta de pérolas, está é a marca de melhor qualidade”, disse um dos entrevistados. Outro disse “A marca é atenta aos detalhes.”No ano passado, a marca convidou o designer Yohii Yamamoto para desenvolver uma coleção de jóias que foi apresentada durante a semana de moda de Paris.
Fonte: Luxury Institute Luxury Band Status Index: JEWELRY BRANDS 2008 STUDY. Mais de 500 entrevistados com uma renda anual de mais de US$ 789 mil e um patrimônio líquido de US$ 15,1 |
sexta-feira, 11 de maio de 2012
LYDIA COURTEILLE - JOALHERIA CONTEMPORÂNEA EM PARIS
LYDIA COURTEILLE É uma reconhecida designer de jóias francesa que gosta criar um mundo mágico e faz jóias fantásticas de moda. Cada peça sua conta uma história. Sua inspiração pode vir do espaço exterior, e sob o mar azul profundo, sem nunca se atrelar a tendências.

Sua loja fica em um pequeno e elegante endereço na Rue du Faubourg Saint-Honoré em Paris. O local é único por suas vitrines do século 19 onde Lydia cultiva e organiza seus sonhos. Lá têm uma seleção incrível de jóias vintage, adquiridas durante a vida, em garimpo de antiquários (ADORO FAZER ISSO...)
Celebridades estão entre os principais clientes que visitam sua loja para dar um toque inusitado aos seus celebres looks que desfilam nas passarelas dos tapetes vermelhos. Karl Lagerfeld , Kate Moss, Mariah Carey , Mick Jagger, Linda Evangelista, Loulou da la Falaise, Pierre Bergé, Sonia Rykiel são alguns dos seus clientes.
Lydia Courteille inspirou-se na Amazônia para desenhar uma das suas mais recentes criações de jóias de cores quentes, folhas e elementos da natureza . A beleza e a estética da coleção vêm deixando as mulheres loucas pelo talento refinado da artista que conseguiu capturar a graciosa natureza mais admirada do planeta, a Amazônia.
domingo, 20 de novembro de 2011
ARA VARTANIAN, O MÁXIMO!!!!
Ara Vartanian apresentou, no começo do mês, sua nova coleção de jóias feita com pedras preciosas cuidadosamente escolhidas ao longo de sua carreira. São peças exclusivas, que poderão ser encomendadas ou customizadas ao gosto da cliente, a partir dos produtos originais que estavam à venda na data do evento. Dentre as criações, destacaram-se o anel polvo, acima, anéis de dois dedos, pulseiras e colares com esmeraldas, diamantes, turmalinas Paraíbas e rubelitas, dentre outras preciosidades em tamanho GG.
domingo, 31 de julho de 2011
JOALHEIRO DOS CZARES ABRIU LOJA EM PARIS. CONFIRA:
Foto da joia Oiseau Paradis da joalheria Marchak, de origem ucraniana, e que abriu sua ourivesaria em Paris (30/6/2011)
Junto com a firma de luxo Fabergé, de São Petersburgo, Joseph Marchak abasteceu desde Kiev o czar Nicolau II ao longo de seu reinado e, da mesma forma que seu amigo e concorrente russo, emigrou à Europa com a revolução bolchevique, explicou à Agência Efe a presidente da companhia, Dominique de Blanchard.
Quase um século mais tarde, a pequena empresa familiar atende sua clientela no pequeno salão de sua sede parisiense, anexo à oficina de fabricação que data de 1830, "uma das mais antigas de Paris", que foi comprada por Marchak assim que chegou à cidade.
Deste pequeno ateliê saem ao mercado algumas das joias inspiradas em contos e poemas russos, assim como na obra de escritores como Leon Tolstói, já que a marca não quis renunciar a suas raízes do leste europeu.
"Para nós, é sempre inspirador reencontrar as lendas, e temos joias com lendas francesas, como o unicórnio, mas também buscamos as inspiradas nos contos russos", destaca Dominique, que relançou a marca há seis anos, após seu desaparecimento em 1989.
A coleção é composta por pingentes, anéis, colares e outros acessórios em levas máximas de dez exemplares e com uma ampla gama de cores, de modo que "cada exemplar é único à sua maneira", assinala Dominique.
"Algumas vezes nos trazem pedras magníficas e têm formas e cores tão incomuns, ou suscitam tal emoção, que realmente criamos a partir da pedra", assegura a design da firma, Marie-Chistine de Ribet.
O trabalho começa com uma ideia que pode levar meses para amadurecer, e que depois é posta no papel com lápis e aquarela, antes de ser trabalhada durante várias semanas pelos ourives.
Trata-se de um processo que, no caso das joias mais simples, leva cerca de um mês e meio, mas que para os exemplares mais complexos pode chegar a um ano.
Na época de Joseph Marchak, os funcionários não podiam deixar a barba crescer, e deviam usar gorros bem justos para evitar que o cabelo se misturasse com pó de ouro.
A empresa contava com 150 trabalhadores em suas oficinas na Ucrânia, e era conhecida como o "'Cartier' de Kiev", um prestígio que permitia que ela abastecesse a corte russa.
Sua amizade com Fabergé não se limitou a compartilhar a sua distinta clientela. Quando Peter Carl Fabergé fugiu ao Reino Unido, em 1918, confiou pedras preciosas e dinheiro a seu colega ucraniano, com a certeza de que seria mais fácil chegar à Europa ocidental através do sul do continente.
Honrando sua reputação, Marchak entrou em contato com Fabergé assim que este desembarcou em Paris para restituí-lo de suas preciosidades. (Fonte: Mario Roehrich, UOL, estilo e moda)
A casa francesa de origem ucraniana Marchak, joalheria preferida da dinastia russa Romanov, abriu as portas de sua ourivesaria em Paris, de onde reivindica suas origens eslavas com um apanhado de jóias volumosas e coloridas.
Junto com a firma de luxo Fabergé, de São Petersburgo, Joseph Marchak abasteceu desde Kiev o czar Nicolau II ao longo de seu reinado e, da mesma forma que seu amigo e concorrente russo, emigrou à Europa com a revolução bolchevique, explicou à Agência Efe a presidente da companhia, Dominique de Blanchard.
Quase um século mais tarde, a pequena empresa familiar atende sua clientela no pequeno salão de sua sede parisiense, anexo à oficina de fabricação que data de 1830, "uma das mais antigas de Paris", que foi comprada por Marchak assim que chegou à cidade.
Deste pequeno ateliê saem ao mercado algumas das joias inspiradas em contos e poemas russos, assim como na obra de escritores como Leon Tolstói, já que a marca não quis renunciar a suas raízes do leste europeu.
"Para nós, é sempre inspirador reencontrar as lendas, e temos joias com lendas francesas, como o unicórnio, mas também buscamos as inspiradas nos contos russos", destaca Dominique, que relançou a marca há seis anos, após seu desaparecimento em 1989.
A coleção é composta por pingentes, anéis, colares e outros acessórios em levas máximas de dez exemplares e com uma ampla gama de cores, de modo que "cada exemplar é único à sua maneira", assinala Dominique.
"Algumas vezes nos trazem pedras magníficas e têm formas e cores tão incomuns, ou suscitam tal emoção, que realmente criamos a partir da pedra", assegura a design da firma, Marie-Chistine de Ribet.
O trabalho começa com uma ideia que pode levar meses para amadurecer, e que depois é posta no papel com lápis e aquarela, antes de ser trabalhada durante várias semanas pelos ourives.
Trata-se de um processo que, no caso das joias mais simples, leva cerca de um mês e meio, mas que para os exemplares mais complexos pode chegar a um ano.
Na época de Joseph Marchak, os funcionários não podiam deixar a barba crescer, e deviam usar gorros bem justos para evitar que o cabelo se misturasse com pó de ouro.
A empresa contava com 150 trabalhadores em suas oficinas na Ucrânia, e era conhecida como o "'Cartier' de Kiev", um prestígio que permitia que ela abastecesse a corte russa.
Sua amizade com Fabergé não se limitou a compartilhar a sua distinta clientela. Quando Peter Carl Fabergé fugiu ao Reino Unido, em 1918, confiou pedras preciosas e dinheiro a seu colega ucraniano, com a certeza de que seria mais fácil chegar à Europa ocidental através do sul do continente.
Honrando sua reputação, Marchak entrou em contato com Fabergé assim que este desembarcou em Paris para restituí-lo de suas preciosidades. (Fonte: Mario Roehrich, UOL, estilo e moda)
segunda-feira, 14 de junho de 2010
BAGUE TALISMAN
Os anéis talismã, ou amuleto - peças gigantes que cobrem até os dois dedos e são preciosas mais pr seu valor sentimental do que seus quilates são a última tendência, lançados no desfile de haute couture primavera-verão 2010 de Jean Paul Gaultier e assim seguiu Chanel apresentando novidades do desfile autono-inveno 2010 -2011.
Fique ligada!!!
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